1 de mar de 2013

Poesias - Viajando




Virei vilão,

Num mundo que impõe sua falsa verdade,

Em que não existem mocinhos,

Em que os sonhos são para os tolos,

E a felicidade para os falsos.

Virei vilão,

Por trilhar um dos caminhos iguais que me foram apresentados,

Por desejar que tudo fosse diferente quando tudo é igual,

Por desconhecer que tendo início, não importa o meio, o final será sempre o mesmo.

Virei vilão,

Entre vilões materializados em imagens confusas,

Onde ser pode não significar ser.

Virei vilão,

Para compreender o que não pode ser compreendido,

Para sentir o que não pode ser sentido,

Para escolher o que não pode ser escolhido.

Virei vilão,

Para te ver, te sentir e te possuir,

Virei vilão para salvá-la de um mundo,

Sem saber que nele eu estava perdido.


E na onda azul e na onda azul ...

Vem a paixão do Sul !

E na onda rosa e na onda rosa ...

Vem a brisa da costa !

E na onda verde e na onda verde ...

Vem a saudade com sede !

E na onda vermelha e na onda vermelha ...

Vem a flor que te espelha !

E na onda branca e na onda branca ...

Vem a paz que encanta !


Nunca a toquei, nem mesmo a vi,

Mas posso imaginá-la flutuando entre os mortais,

Deusa humana, cuja luz invisível posso sentir.

Sua luz me indica um caminho desconhecido, fascinante e libertador,

Por onde deverei seguir em busca de seu amor.

Lá chegando, terei meu maior desafio,

Não poderei cegar diante de ti,

Desafiarei as trevas e verei além da sua luz.

Por fim, se realmente forem fortes meus sentimentos,

Terei o poder de ver seu lado humano,

Cujo amor verdadeiro e intocável,

Finalmente será alcançado.


Às vezes acho que a vida não tem graça,

Que tudo é requentado e só mudam os rostos e gostos.

Mas quando conheço pessoas como você ...

(inspiração)

Bem no fundo ...

Somos anjos alados,

Saltando entre linhas do destino,

Alterando o equilíbrio e redefinindo a razão.

Diante de nós,

Tal qual um castelo de cartas,

Cai toda a lógica da vida.

Curvamos linhas que ficariam retas,

Juntamos outras que seriam separadas,

Terminamos algumas que continuariam.

Somos Deuses do imprevisível,

Criadores de novos e desconhecidos futuros,

Eterna fonte das emoções.


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