31 de mar de 2013

Poesias - Humildade



Sentimento nobre,
Digno de apreciar,
Superior dentre todos,
Que nos faz meditar.

Frases Bíblicas Para Reflexão






"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."

30 de mar de 2013

Poesias - Fraternidade



O caminho sensato do amor,
Sem ostentação e grandeza,
Vendo em cada criatura
Uma projeção da Natureza.

29 de mar de 2013

Dicas Para Melhorar a Qualidade de Vida




É do conhecimento de todos que uma alimentação saudável aliada a exercícios físicos são atitudes importantes para uma qualidade de vida melhor. Além dessas, pesquisas indicam que você pode adotar outras maneiras mais simples ainda para favorecer sua saúde. Veja:

Carioba Sempre Viva

VISITEI CARIOBA DIA 29/03/2013 (SEXTA-FEIRA SANTA) E TIREI ALGUMAS FOTOS DO LOCAL.  INFELIZMENTE, PARA NÓS CARIOBENSES, SÃO IMAGENS DE DESTRUIÇÃO TOTAL.  IMAGENS QUE  NÃO CONDIZEM COM O QUE  FOI CARIOBA.  O IMPORTANTE É SABER QUE AS VERDADEIRAS IMAGENS ESTÃO GUARDADAS EM NOSSOS CORAÇÕES E MENTES.  AO VEREM AS IMAGENS, GOSTARIA MUITO QUE DEIXASSEM SEUS COMENTÁRIOS,  POIS A MEMÓRIA DE CARIOBA NÃO PODE SER APAGADA.  OBRIGADO POR VEREM MINHAS PUBLICAÇÕES, E, SE TIVEREM SUGESTÕES, POR FAVOR ME ENVIEM ATRAVÉS DOS COMENTÁRIOS.  UM GRANDE ABRAÇO À TODOS.









IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA, ONDE PASSAMOS MOMENTOS MEMORÁVEIS, ASSISTIMOS A MUITOS CASAMENTOS, MUITAS MISSAS E NOS DIVERTÍAMOS MUITO COM AS BARRACAS DE QUITUTES











AQUI  ERA O JARDIM, LOCAL DE LAZER DOS CARIOBENSES, ONDE AS CRIANÇAS PODIAM  BRINCAR  À  VONTADE (E COMO BRINCÁVAMOS)












RUA DA IGREJA.  DESCÍAMOS EM CARRINHOS DE  "ROLIMÃ"













NESTE LOCAL FICAVA A MINHA CASA.
MUITA EMOÇÃO AO LEMBRAR DOS NATAIS EM FAMÍLIA, ONDE VINHAM MEUS PRIMOS E PRIMAS. REUNIA A FAMÍLIA TODA.  MUITAS SAUDADES, VÔ QUITO E VÓ QUITA.










MÚTUO SOCORRO, HOJE CASA DO CONTO, LOCAL EM QUE SE COMEMORAVAM FESTAS.










NOSSA QUERIDA ESCOLA, ONDE FOMOS ALFABETIZADOS E ONDE APRENDEMOS A SER VERDADEIROS CIDADÃOS








HOJE TOTALMENTE DESTRUÍDA E QUEIMADA












ONDE ESTÁ O PÁTIO DO RECREIO?




ONDE ESTÃO AS SALAS DE AULA?
















DIZEM QUE A EDUCAÇÃO VEM DO BERÇO, ENTÃO NOSSO BERÇO ERA DE OURO.  OURO RELUZENTE QUE OS NOSSOS MESTRES E PROFESSORES PLANTARAM EM NOSSO CORAÇÃO.















RUA DO CAMPO,  ONDE ÍAMOS ASSISTIR O NOSSO QUERIDO TIME DE CARIOBA JOGAR,  E ONDE SE FAZIAM MUITOS PIQUE-NIQUES.

















A FÁBRICA DE CARIOBA,  INÍCIO DE TUDO.








VEJA MAIS SOBRE CARIOBA


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28 de mar de 2013

Reflexão - A Violência Contra os Idosos




A Rede Internacional para a Prevenção do Abuso ao idoso (Action on Elder Abuse-AEA) define abuso como “um ato único ou repetido, ou a falta de uma ação apropriada, que ocorre no âmbito de qualquer relacionamento onde haja uma expectativa de confiança, que cause mal ou aflição a uma pessoa mais velha”.

História da Igreja de São João Batista em Carioba


IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA EM CARIOBA

Década de 20. Os fiéis de Carioba se reuniam mais uma vez na pequena capela às margens do Rio Quilombo, desta vez para rezarem e festejarem o dia de São João Batista, padroeiro daquela comunidade que viria a ser um marco na história de Americana.

O pequeno templo religioso - um dos primeiros da cidade - foi construído pelos próprios moradores sob a iniciativa de João Camargo e Antônio Pinho, devotos do santo. Tão logo se ergueu a obra, iniciaram os festejos, de forma simples, mas sempre com grande número de adeptos.

"Havia duas festas na época", conta Olinda Pinto Justi, a dona Nenê, a cariobense de 78 anos. Segundo ela, um dos festejos acontecia na capelinha sempre no final de semana próximo ao dia do padroeiro.








Havia missa pela manhã e os fiéis saiam em procissão pelas ruas do bairro até a capelinha onde acontecia a festa. No cardápio, quentão, pipoca e bolo. "Tudo era vendido para ajudar na manutenção da igreja", diz.

Já a segunda festa era realizada pelas mãos de uma vizinha da capelinha, dona Maricota, lembrada com muito carinho por Nenê. "As pessoas se reuniam na casa dela no dia 23, véspera do dia de São João.

Eles saiam em procissão até a Suzano, onde ocorria a lavação do santo. Os fiéis voltavam em procissão e paravam na casa de Maricota onde era servido bolo, pipoca e quentão, tudo doado pelos moradores e distribuídos gratuitamente. "E sempre ia muita gente, nas duas festas", conta Nenê.

Com o passar dos anos, o bairro cresceu e a capelinha não comportava mais seus fiéis. As enchentes no final da década só fizeram crescer o desejo dos fiéis em mudar o templo de lugar, uma vez que corria risco pela proximidade ao Quilombo. Foi aí que a festa passou a ter um papel fundamental para a sobrevivência da comunidade.

"Todo o dinheiro arrecadado serva para comprar material para a construção da nova igreja", diz a moradora.




A família Abdallah doou o terreno - a intenção era que a igreja pudesse servir como ponto de referência e ser vista por todos do bairro, por isso o local escolhido foi o mais alto daquela região - parte da mão de obra e dos materiais.

O restante ficava a cargo dos moradores que doaram material e força de trabalho. "Aquilo tudo foi construído na raça. Tijolo por tijolo que era levado nas costas.

O pessoal trabalhava a semana toda e, no final de semana, estava lá ajudando a erguer as paredes", conta o ex-morador Alcides Granzotte. A pedra fundamental foi lançada sob grande festa em 29 de junho de 1947 e inaugurada parcialmente dois anos depois.


O FIM DE UMA ERA...


A festa aconteceu ano após ano, sempre com bom público e muito quentão, até o fechamento da Fabrica de Tecidos de Carioba, em 1976. "Foi no dia 31 de dezembro. Eu era do almoxarifado e, depois de 26 anos de trabalho, fui o último a sair dali, às 13h15. Chorei o resto do dia", conta Grazotte. Era o fim de quase um século de história para Carioba.

Com o passar dos anos, as famílias se mudaram para outros bairros da cidade, muitos para Cariobinha, culminando na demolição do bairro na década de 80. A fim de proteger a capela - que ainda funcionava embora fosse vítima constante de vândalos -, fiéis instalaram um alambrado ao seu redor.

"Quando mexeram nesse alambrado, aí a coisa mudou de figura. Foi formada uma comissão para pedir a preservação da igreja. Houve muitos protestos e reuniões com o prefeito para que ela fosse mantida", conta o ex-morador Jader Neves Grillo.




O RECOMEÇO


Em 1992, incentivados pelo evento "Carioba Existe" promovido pela prefeitura, filhos e netos de moradores de Carioba, liderados por Gilberto de Ugo Godoy, se mobilizaram para reviver o legado deixado por seus pais. Em 1994, uma pequena festa foi organizada com quentão, pipoca e roleta de assados a fim de angariar fundos para a restauração e preservação da capela de São João Batista.

Do improviso veio a experiência e aos poucos a festa foi tomando forma e novamente ocupa lugar de destaque no calendário cultural e festivo da cidade. Em 2010, o templo foi tombado patrimônio histórico da cidade pelo Governo do Estado de São Paulo. Com um público cada vez maior, a festa oferece aos visitantes uma viagem aos tempos áureos de Carioba e fortalece os laços entre o antigo e o novo cada vez mais.


MATÉRIA DO JORNAL "O LIBERAL" DE 18/06/2012 POR DÉBORA DE SOUZA


27 de mar de 2013

Os 10 Maiores Mistérios da Humanidade



1 – O “sinistro” Calendário Maia


- Existe muito falatório sobre as supostas profecias do Calendário Maia. As pessoas estão mais preocupadas com ele do que as catástrofes

24 de mar de 2013

Lembranças de Carioba



Saudade

"No coração e na mente dos Cariobenses existem lembranças que o tempo não apagou e que através do grupo, procuramos não deixar morrer.

Quem não se lembra da cabine que existia no começo do bambuzeiro ( estrada de bambus que nos levava à Carioba)?
A fábrica de fitas, o quilombo, casão de cima (onde várias famílias moravam), a olaria.

As árvores perto da igreja que chamávamos de arvão.
A rua de baixo, a padaria, a farmácia, o Zé fogo, o clube, a quadra, o bar de cima(que também foi hotel), o bar do Schiavon, o empório, a escola, o açougue, a represa , a fábrica e o cinema.

Atrás da casa do Zé fogo havia uma mina d’água que era uma delícia.

Além desses lugares, haviam também as charretes que nos levavam e nos traziam de ”Americana”, primeiro “seu Dito mineiro”, depois o “Massuco”.

Tínhamos também “seu Donato”, o nosso pipoqueiro de muitos anos, o vendedor de quebra queixos.

Não posso me esquecer do “seu Aurélio”, que todo sábado fazia a feira e vendia roupas até nas calçadas e da banca de jornais.

“As pedras” eram uma paisagem digna de quadros.
No campo havia churrascos, jogos e pique niques.

Na leiteria, além do melhor leite, que era entregue em casa pelo “Berto leiteiro”, havia várias famílias que moravam ali.
Lembro-me também da vila “de Carli”, que não pertencia à Carioba , mas vários moradores vinham até ali para estudar, ou, para pegar o ônibus para “Americana”. 

Quem não se lembra dos apitos dos guardas noturnos?.
O serviço de alto-falantes onde eram oferecidas musicas, e o conjunto Brazilians Band que era o orgulho do Cariobense.

Depois de tantas lembranças, não posso deixar de mencionar as chupetinhas de açúcar queimado que meu sogro fazia e vendia na fábrica (era uma delícia).

Creio que todas essas lembranças se mantém vivas na mente e no coração de cada Cariobense.

Gostaria de dizer que quando construíram Carioba, não sabiam que estavam além de casas para os trabalhadores, estavam também construindo sonhos.

Tudo veio abaixo,acabou.Só sobraram as casas dos patrões.

A Carioba eles destruíram, só não conseguiram destruir as nossas lembranças e a saudade em nossos corações."

CARIOBA FOI ÚNICA.

Daqui a vários anos, as futuras gerações falarão de Carioba como um lugar maravilhoso que ouviam seus avós falarem, e dirão não saber se é lenda ou realidade. 

 Mas, nós que vivemos, sabemos que era real.


Magali Quirino










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Filme A Primeira Pedra


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Excelente filme que retrata um homem que se arrepende de sua vida passada e resolve ensinar o evangelho para um grupo de jovens desviados da Palavra de Deus.  Filme bastante recomendado.

23 de mar de 2013

Reflexão - O Que me Seduz em Jesus






Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente tá muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.

O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que nEle havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.


Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito.


Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa [a não ser que sejam pessoas que me amam], porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito.


Assistam o vídeo "Um par de sapatos velhos"




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Resgatando a Memória de Carioba


RESGATANDO A MEMÓRIA DE CARIOBA


Tudo começou em 1875, quando foi inaugurada a Fábrica de Tecidos Carioba pelos irmãos Antônio e Augusto de Souza Queiroz em sociedade com o engenheiro americano William Pultney Ralston, para fabricar tecidos para vestir escravos e embalagens de café e cereal.

Passado alguns anos, os ingleses Jorge e Clemente Wilmot adquirem a fábrica. Entretanto, não demorou para que ela fosse fechada e abandonada, em 1896, por questões de dividas com Banco do Brasil.

Foi então que, em 1901, o comendador Franz Müller, que já morava em São Paulo, tem notícias de que uma fábrica de tecidos localizada próxima a Villa Americana estava à venda. Em pouco tempo ele se junta ao irmão Hermann e ao inglês Rawlinson que compram a firma e assumem a direção.

Mas só no ano seguinte que a fábrica voltou a funcionar, pois devido ao abandono, o mato havia crescido por entre as máquinas. É nesse ponto que Carioba começa a ver um futuro próspero.

Com a administração do Comendador, baseada no estilo europeu, foi criada diversas oportunidades de emprego, principalmente para imigrantes, de lazer, educação e diversidade cultural. Logo em 1907, Franz adquire a Fazenda Salto Grande , onde ele constrói uma Usina Hidrelétrica no rio Atibaia. Em 1911, a usina já era capaz de fornecer energia para o Carioba, Americana, Santa Bárbara D’Oeste, Cosmópolis e Rebouças (hoje conhecida como Sumaré). Porém, com a grande crise de 1929, a Cia. Paulista De Força e Luz planejava construir uma usina de maior capacidade para interligar a energia às redes estaduais. Os planos se cumprem e a CPFL adquire a pequena usina de Salto Grande e a amplia.

Com o objetivo de ter energia própria mais uma vez, em 1934, Müller constrói a Usina de Carioba. Nessa época, o volume de água do ribeirão Quilombo era suficiente para movimentar as fábricas e o bairro, porém, com o progresso industrial e residencial e a poluição do Ribeirão, a Usina de Carioba chegou ao ponto de se tornar inviável. Hoje ela ainda existe e é aberta para visitação.

Aos moradores do querido bairro nada faltava. Era cedido a eles a casa com energia elétrica e rede de água e esgoto sem nenhuma cobrança. O leite era vendido a preço simbólico, muito mais baixo do que em armazéns da cidade. As ruas – as primeiras a serem asfaltadas na América Latina – eram arborizadas e iluminadas. Como nos condomínios de hoje, Carioba também possuía uma cancela para que, quem entrasse em suas terras se identificasse para a segurança dos habitantes, que nem precisavam trancar suas casas de belos jardins e cercas bem alinhadas.

O bairro também contava com um hotel, um armazém de secos e molhados, conhecido como empório e um bar que era como uma pequena mercearia. Havia também a Sociedade Mútuo-Socorro que, formada pelos operários, dava assistência médico-hospitalar. Além disso, possuía também duas barbearias, padaria, farmácia, açougue, alfaiataria, loja de tecidos, sapataria, coreto, conjunto musical “Jazz Band”, capela, presépio, grupo escolar, serviço dentário, Clube Recreativo Esportivo Carioba com uma riquíssima biblioteca, Clube de regatas e natação Parque São Francisco, campo de futebol, sala de cinema para quase 400 pessoas, quitanda, banca de revistas e leiteria.

Carioba sempre esteve à frente do seu tempo. A família Müller trouxe muitos benefícios não só para o bairro, mas também para a economia local. Sempre colocando a educação em primeiro lugar, fez com que o crescimento industrial atingisse grandes proporções. Porém, com a eclosão da II Guerra Mundial, em 1939, a querida família Müller foi apartada da industria por restrição imposta ao governo a descendentes de alemães, italianos e japoneses. Foi nesse instante que o céu azul de Carioba começou a escurecer. Todo o patrimônio dos Müller foram vendidos ao Grupo J.J Abdalla, iniciando assim o extenso e árduo processo de decadência da indústria e do bairro.


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22 de mar de 2013

Histórias de Amor - Uma Pequena História...




Ensaia um sorriso 
e oferece-o a quem não teve nenhum.

Dicas Para Saber se Uma Pessoa é Falsa



Aprender a lidar e identificar as pessoas falsas não é uma tarefa fácil, requer paciência, tolerância e autocontrole...

21 de mar de 2013

História e Homenagem a Carioba


A HISTÓRIA DE CARIOBA


Carioba foi uma vila operária construída ao redor da primeira tecelagem da região de Campinas. A fábrica foi fundada em 1875 pelo norte-americano William Pultney Ralston, que se associou a fazendeiros da família Souza Queiroz. O apogeu da empresa aconteceu a partir de 1902, quando, adquirida pelo alemão Franz Muller, fornecia tecidos para todo o país. O bairro ganhou ruas pavimentadas e energia elétrica antes dos principais centros urbanos da região. O patrão construiu um clube, um cinema, um campo de futebol. Os operários moravam de graça nas casas erguidas em estilo arquitetônico alemão. E foi Müller quem construiu, em 1907, a escola da vila. Lá estudavam todos os filhos dos operários. Carioba entrou em declínio na década de 40, quando o Grupo JJ Abdalla assumiu a administração da fábrica e a sucateou. A vila operária foi se esvaziando, à medida que os tecelões arrumavam emprego no emergente polo industrial de Americana.


Na década de 80, o bairro foi desapropriado e demolido. Permaneceram de pé a antiga fábrica (hoje dividida em fabriquetas) duas históricas residências da família Müller, e os prédios da escola e a sociedade de mútuo-socorro (fundada para garantir assistência médica aos trabalhadores). Todos os imóveis se tornaram patrimônio da Prefeitura, e foram tombados pelo Estado.

Ladeada por bambus que formavam um túnel sombreado e acolhedor, a estrada de acesso à Vila Operária já encantava os visitantes. Lá, a fábrica de tecidos Carioba construiu 287 casas para os empregados e suas famílias seguindo a arquitetura alemã. O esmero dos moradores com o jardim da frente e a horta dos fundos era uma exigência da administração. Havia luz elétrica, água encanada, esgoto, coleta de lixo. A água fervida na tinturaria passava por tratamento antes de ser despejada no rio. As ruas do bairro foram as primeiras do país a receber asfalto. Tinha escola para as crianças, biblioteca, igreja, açougue, padaria, farmácia, bares, restaurante, cinema, clube de regatas, campo de futebol, salão de danças, bandas de música, grupos de teatro. Tinha hotel e pista com hangar para aviões. O parque recreativo ficava aberto para o piquenique dos turistas. Aos viajantes, uma parada de trem oferecia descanso e a paisagem elaborada, emoldurada pelo rio Piracicaba, o ribeirão Quilombo e árvores que floresciam no topo dos morros.


UM LUGAR PERFEITO

Um lugar lindo..
onde se possa sonhar...
onde o sorriso é bem vindo,
onde se possa amar...
um lugar perfeito pra viver.
o lugar dos sonhos dos artistas,
um lugar onde se possa viver
sem preocupar-se com egoístas...
acredito sim que exista esse lugar.
um lugar de felicidade..
onde se possa respirar
e viver em solidariedade.
o mundo é perfeito...
nós quem criamos os problemas,
o enchemos de defeitos,
e com nossos dilemas.
se lutássemos por belos sonhos 
por um mundo verdadeiro,
uma vida bem legal...
um mundo cheio de paz
um lugar ideal...
só depende de nossa união...
se buscarmos de verdade
bem no fundo do coração.
um lugar de felicidade..... CARIOBA