Caixinha de Beijos


Certo dia um homem chegou em casa e ficou irritado com sua filha de três anos. Ela havia apanhado um rolo de papel de presente dourado e literalmente desperdiçada fazendo um embrulho. Como o dinheiro andava curto e o papel muito caro,ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou. Naquela noite o pai descobriu num canto da sala, um embrulho dourado não muito bem feito. Na manhã seguinte, logo que despertou, a menina correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente. -Isto é para você, paizinho! Foi o que ela disse. Ele sentiu-se muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia. Gritou para filha: -Você não sabe quando se da um presente à alguém a gente coloca alguma coisa dentro da caixa. A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse: -Mas papai, a caixinha não esta vazia.EU SOPREI BEIJOS DENTRO DELA. Todos são só para você, papai. O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse. Dizem que o homem guardou o caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali!


Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai.

Sigmund Freud


Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.

Platão











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