Reflexão - Não Existem Respostas Fáceis



Quando nos dispomos a parar, há sempre algumas perguntas que aparecem, inevitáveis. Por exemplo, para quê? Parar porquê? E talvez não haja respostas fáceis…
Podia te dizer que é sempre um momento de renovação. Um tempo de descoberta de novos sentidos para os teus dias.

Uma oportunidade única de encontro com outras pessoas e com o Maravilhoso Deus. Sim, podia te dizer mil coisas, mas não sei se te interessa.

Porque a verdade é que talvez não haja respostas fáceis… mas há perguntas que são importantes. Importantes para viver, fundamentais para ser, neste mundo que gira em torno do ter e do parecer.

Por isso é que são perguntas raras, incômodas, que desinstalam os corações corajosos. Olha, vou te fazer uma pergunta: como foi o seu dia?

Não, não, não quero que me diga se correu bem ou mal, não quero que me diga que fez isto ou aquilo, não! Interessa-me saber quem você é, quem você foi hoje.

Vá lá, como foi o seu dia? Está mais feliz? Quantos sorrisos você plantou hoje? A quantas pessoas você enriqueceu hoje, com a tua presença?

Está vendo? São perguntas difíceis, não são? Mas são as mais importantes. Para um pouco! Se liberta um pouco de tantas coisas urgentes!

Sabe, você passa os dias à volta de coisas urgentes, e costuma esquecer as importantes. É sempre tudo tão urgente, não é?

A vida nos pede tudo com urgência, tudo para ontem! E o importante, pode sempre ser amanhã. Na maior parte das vezes, um amanhã que demora a chegar… E na lógica das coisas urgentes, deixamos de viver e passamos a existir.

Viver como pessoa humana é construir-se em cada dia, é se ter nas mãos e fazer-se sem descansos, com a argamassa da Amizade, os tijolos do Amor, as ferramentas da Verdade. O ser humano não nasce feito, acabado.

Temos que nos construir como pessoas felizes, e isso acontece na medida em que você estabelecer relações de Amor, relações de bem-querer com aqueles que te rodeiam.

Vou te dizer um segredo – fixa-o bem! – Viver é conviver!. Viver é conviver com os outros, porque ninguém é feliz sozinho. Mas a lógica das coisas urgentes costuma nos empurrar sempre para o egoísmo, não é assim?

Pensa bem: quantas vezes hoje você ouviu frases deste gênero: “Isso é comigo”, “cada um que se arranje”, “eles são eles, eu sou eu”; quantas vezes você ouviu? E, já agora, quantas vezes você disse?

Às vezes, parece que vivemos enroscados em nós mesmos, girando infinitamente sobre o nosso belo umbigo; e assim, perdemos o gozo de viver, o sentido dos nossos dias e a
alegria que o nosso coração nos pede.

Porque nos fechamos ao diálogo, à partilha, à fraternidade, à amizade.

Fechar-se aos outros é fechar a porta ao encontro com Deus. Abrir-se aos outros é pôr-se na disposição de ser encontrado pela novidade surpreendente do seu Amor.



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