Reflexão - Conversar Com os Filhos





Esta é apenas uma ilustração, mas leia e reflita se isso não acontece mesmo...

Será que estamos criando nossos filhos corretamente? Será que estamos tendo tempo suficiente para escutá-los, conversar com eles, ver se estão tendo algum problema?  

Atualmente, vivemos em um mundo capitalista, cada vez mais virado para o consumo, onde ter as coisas é mais importante do que qualquer coisa...Será? Será que dando presentes, você ganhará o amor de seu filho?  

Esta história que vem a seguir ilustra bem o que eu quero dizer, pois neste mundo onde parece que tudo é permitido, tudo é liberado, onde fica a educação que nós damos dentro de casa? 

Por isso, nós temos que amar nossos filhos, dar atenção à eles, para que eles não vão buscar respostas fora de casa.  Leiam com atenção, pois é isso o que está acontecendo na maioria das famílias.                        
Durwanei



Um dia, Pedro foi se queixar com a mãe:- Por que meu pai não brinca comigo?
- Seu pai é um homem muito ocupado, o tempo dele é muito precioso – respondeu ela. A criança foi para o quarto, muito pensativa. Pegou o cofrinho e foi contar quanto havia economizado de sua mesada. Adormeceu, chorando de saudade do pai.
Mais tarde, ele acordou com a chegada do Sr. Rafael e correu para encontrá-lo:

- Papai, é verdade que o seu tempo é muito precioso?
- É verdade – disse, desviando o olhar do filho.
- Quanto custa uma hora do seu tempo? – O Sr. Rafael disse que não sabia. O pequeno Pedro insistiu para obter uma resposta até que o pai perdeu a paciência e brigou com ele. Com medo, voltou para o quarto.

Depois que esfriou a cabeça, o Sr. Rafael refletiu sobre a maneira como havia tratado o pequeno e foi até o quarto do filho. Como viu que o garoto ainda estava acordado, o pai tenta um diálogo:


- Você ainda quer saber quanto eu ganho por hora?

O menino balançou a cabeça afirmando que sim.

O pai estufou o peito e suspirou fundo. Parecia que a atmosfera do quarto trazia-lhe o ar da satisfação, de enfim dizer ao seu filho o valor do pai que ele tinha.

- Eu ganho 300 reais por hora.

O menino levou um susto, mas animou-se o suficiente para pedir:
- O senhor pode me emprestar 100 reais?
Para continuar impressionando o filho, o pai entregou-lhe o dinheiro. Curioso, perguntou:

- Posso saber pra quê?

O garoto puxou um bolo de notinhas enroladas, de debaixo do travesseiro.

- Eu já consegui juntar 200 reais, mais estes 100 que o senhor me emprestou, dá 300. Agora o senhor pode me vender uma hora do seu tempo, pra brincar comigo?


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